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Turismo histórico: 5 países que não podem faltar no seu roteiro


terramundi - 3 de janeiro de 2019 - 0 comments

O homem está em movimento há milhares de anos, mas em nenhum outro momento das civilizações foi tão fácil viajar quanto hoje – seja por terra, mar ou ar. Todo esse movimento desde sempre tem um lastro, também conhecido como história. E a facilidade atual de ir e vir tem um grande benefício: ver cada lugar histórico de perto, seja aquele que mudou o rumo das navegações ou aquele que abriga templos sagrados. Quer saber quais países não podem ficar de fora da lista de quem gosta de turismo histórico? Vem com a gente!

1. Japão

 

A gente sabe, muita gente, quando pensa em história, pensa em ruínas romanas, museus e afins. Mas, se tem um lugar que respira história milenar, esse é o Japão. Uma potência econômica que atrai gente para fazer negócios e turistas em busca de diversão, e que tem ainda cenários deslumbrantes, as famosas flores de cerejeira e o Monte Fuji. Agora imagine que é lá onde estão templos sagrados e famosos construídos séculos antes de Cristo? Pois é. Sem falar em cidades feudais, em festivais milenares, nos rituais das gueixas e no passado recheado de imperadores e samurais. Quer história mais recente? Tem também: o Parque Memorial da Paz que guarda a Cúpula da Bomba Atômica em Hiroshima é um belo exemplo de reflexão sobre o homem mais moderno.

 

2. Grécia

 

Você já deve saber, mas não custa lembrar: é lá que você vai encontrar uma cultura antiga (e o berço da civilização ocidental), o que incumbe à Grécia ser a morada de uma série de locais históricos… Digamos que são mais de três mil anos de história para contar, e que você irá explorar rastros da civilização que formou alguns dos principais conceitos do Ocidente, como a democracia e a filosofia. Platão e Aristóteles perambularam por ruelas que continuam vivas em Atenas, e a arquitetura daquela época permanece de pé.

 

3. Turquia

 

Istambul se estende por dois continentes, marca o meio do mundo desde quando era a capital dos impérios Romano e Otomano – e está rodeada pelas belas águas dos mares Mediterrâneo, Negro e Egeu. Ah, sim, ela também tem a maior área urbana da Europa e do Oriente Médio com mais de 14,4 milhões de habitantes. História não falta por ali, com séculos de memória nas Muralhas de Constantinopla, por exemplo. Já no Monte Nemrut, Patrimônio Histórico da Humanidade, estátuas milenares cultuam deuses gregos e, no centro do país, a Capadócia, onde teria vivido o santo guerreiro São Jorge, desnuda cidades subterrâneas misteriosas e habitações escavadas em montanhas em meio a patrimônios históricos riquíssimos.

 

4. Índia

 

Na capital da Índia fica a casa onde vivia o líder da revolução pacífica, Mahatma Gandhi que, a favor da paz entre hindus e muçulmanos, ajudou na divisão entre Índia e Paquistão. A sua casa, onde ele foi assassinado por um indiano que era contra a criação do Paquistão, foi transformada em museu e memorial. O museu conta a história de Gandhi desde seu nascimento até seu papel como líder de um país e esse é só um dos lugares históricos da Índia, país que nem todos levam em conta quando o assunto é turismo histórico. Não se esqueça; autêntica, ancestral e espiritualizada, a Índia é o berço de Buda e Gandhi e seduz pelo inevitável choque cultural que proporciona.

 

5. África do Sul

 

Não espere uma construção histórica no famoso Cabo da Boa Esperança, mas sim uma bela vista e um parque nacional cheio de bichos selvagens. Nem por isso, esse local deixa der ser importante para viajantes que gostam de história pura: é um dos pontos mais ao sul do continente africano, divisa entre os Oceanos Índico e Atlântico, e mudou a história do mundo! Isso porque foi só depois que o Cabo da Boa Esperança conseguiu ser circulado pelo comandante Bartolomeu Dias, em 1488, que o caminho para as Índias foi descoberto e, consequentemente, a América… O nome dado pelos primeiros navegadores que o avistaram, foi Cabo das Tormentas, devido à quantidade de tempestades que Dias e sua nau passaram para chegar até ali, mas o rei português ficou tão feliz com a conquista que mudou o nome para Boa Esperança.

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