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Templos japoneses: descubra quais são os mais famosos


terramundi - 2 de janeiro de 2019 - 0 comments

Conhecer o Japão é ter a oportunidade de enxergar o mundo por outras lentes ou, no mínimo, exercitar seu olhar do outro lado do mundo. Você irá ficar cara a cara com um universo cultural vasto, rico e diferenciado, onde protagonistas imponentes fazem as honras da casa:  visitar os templos no Japão é passeio imperdível para um roteiro japonês inesquecível!

Veja quais são os templos japoneses famosos!

 

Senso-ji

Templo budista no distrito de Asakusa, em Tokyo: é o maior, mais antigo e popular do Japão. Fundado no ano 645 a.C., é conhecido também por Templo Asakusa Kannon. Seus portões de entrada com as icônicas lanternas vermelhas são impressionantes! O portão mais famoso é o Kaminarimon (“Portão do Trovão e do Raio”), facilmente reconhecido pela grande lanterna de papel. O Kaminarimon data do século X, apenas 300 anos depois da construção do templo, e tem uma altura de 11,7 metros.

 

 

Também conhecido como Templo de Asakusa, é lá também que encontramos o pagoda Gojunoto, um pequeno jardim que fica ainda mais belo durante a época das cerejeiras do Japão e a rua Nakamise-dori (um dos melhores locais para se comprar souvenir em Tokyo).

 

Templo Meiji

Conhecido também como Meiji Jingu, o templo xintoísta foi estabelecido em novembro de 1920 e conta com uma área interna de 700 mil metros quadrados. É uma homenagem ao imperador Meiji e sua esposa Shoken. Com a morte do casal (o imperador faleceu em 1912 e a imperatriz em 1914), a população tinha o desejo de celebrar suas virtudes (como o magokoro, “coração sincero”) e de venerá-los…

 

 

Fica próximo à estação de trem Harajuku e à rua Takeshita dori, conhecida por contar com lojas de roupas e receber pessoas de cosplay (vestidas com fantasia de personagens).

 

Kinkaku-ji (Templo Dourado ou Pavilhão de Ouro)

É uma das principais atrações de Kyoto. Fundado no final do século XIV, era a “casa de repouso” do shogun (antigo chefe de estado) Ashikaga Yoshimitsu, mas foi transformado em templo budista após sua morte em 1408. Os dois pisos superiores são cobertos por uma camada de ouro e, quando iluminado pelo sol, o templo impressiona por uma beleza única – com o efeito maximizado pelo reflexo no lago à sua volta.

 

 

A construção já foi destruída por incêndios, mas foi reconstruída a cada vez, sendo que a estrutura atual data de 1955. Ele tem ainda jardins e uma casa de chá, foi restaurado em 1955 e recebeu melhorias em 1987. Reconhecido pela Unesco como Patrimônio Cultural, o Kinkaku-ji serviu como inspiração para o Ginkaku-ji (Pavilhão Prateado), construído décadas depois.

 

Ginkaku-jiPavilhão Prateado

 

 

Construção do final do século XV de uma área de 25 mil metros quadrados de jardins com plantas típicas, em Kyoto. Apesar do nome, o Ginkaku-ji não tem cobertura prata, mas dizem que o reflexo da luz da lua no interior escuro (no passado, coberto em verniz preto) dava uma aparência prateada. O templo tornou-se um centro de cultura contemporânea, ou Cultura Higashiyama, com a cerimônia do chá, ikebana (arranjo de flores), teatro noh (um dos tipos clássicos do teatro japonês), jardinagem e arquitetura praticados por ali. Foi uma das poucas construções na região do Kinkaku-ji que permaneceram intactas após diversos incêndios e terremotos.

 

Todai-ji

“O Grande Templo do Leste Oriental”, em Nara, é um complexo budista em Nara e um dos que mais me impressiona, sendo a morada da maior estátua de bronze de Buda do mundo, conhecido no Japão como Daibutsu. Todai-ji é Patrimônio da Humanidade: construído em 752, era o centro de rituais de paz e prosperidade, além de ter sido local de treinamento de monges que estudavam o budismo.

 

 

Como muitos templos e castelos, foi alvo de incêndios e batalhas durante a guerra, mas na década de 1970 conseguiu-se a preservação de todas as suas estruturas. O templo fica ao lado do Parque de Nara, onde muitos veados circulam atrás de um petisco.

 

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