Belém, Marajó e Alter do Chão

Entre o rio, a cidade e a floresta, o Pará revela o Brasil que poucos conhecem de perto.

  • De Belém, onde o Ver-o-Peso mistura cores e sabores amazônicos, à Ilha do Marajó, terra de búfalos e cerâmica ancestral, até as águas claras de Alter do Chão. Uma travessia por três formas distintas de viver junto ao maior rio do mundo.
    10 dias / 9 noites - De Belém, onde o Ver-o-Peso mistura cores e sabores amazônicos, à Ilha do Marajó, terra de búfalos e cerâmica ancestral, até as águas claras de Alter do Chão. Uma travessia por três formas distintas de viver junto ao maior rio do mundo.

    10 dias / 9 noites

    De Belém, onde o Ver-o-Peso mistura cores e sabores amazônicos, à Ilha do Marajó, terra de búfalos e cerâmica ancestral, até as águas claras de Alter do Chão. Uma travessia por três formas distintas de viver junto ao maior rio do mundo.

    Belém, Marajó e Alter do Chão

Principais Atrações

  • ALTER DO CHÃO
  • BELÉM (BRASIL)
  • ILHA DO MARAJÓ
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Roteiro - belem-marajo-e-alter-do-chao

Roteiro

É sobre sentir a Amazônia de dentro: na queijaria marajoara escondida no interior da ilha, no ensaio de carimbó de uma comunidade, na travessia silenciosa por um furo aberto à força humana há cem anos.

  • Dia
    1
    Chegada à Belém

    A cidade se apresenta aos poucos, no calor úmido do fim de tarde. Na Estação das Docas — antigos galpões de ferro inglês do século 19, hoje restaurados à margem da Baía do Guajará — o roteiro sugere começar pelo copo: cervejas artesanais de sabor regional, acompanhadas de pastéis de jambu. Para fechar o dia, um sorvete da Cairú, eleita a melhor sorveteria do Brasil, feito com frutas amazônicas que não existem em nenhum outro lugar do país.

  • Dia
    2
    Descobrindo Belém

    A manhã pertence ao Ver-o-Peso, o mercado que há séculos recebe o que vem do interior do Pará em cores, aromas e vozes. Dali, a Cidade Velha se abre em ruas que levam ao Complexo Feliz Lusitânia — Catedral da Sé, Casa das Onze Janelas, Forte do Castelo, Museu do Encontro — onde a cerâmica marajoara e tapajônica conta a história de quem habitou essas terras antes de qualquer mapa colonial. O Theatro da Paz, marco do ciclo da borracha, fecha o circuito com a lembrança de uma Belém que já foi uma das cidades mais ricas do mundo.

  • Dia
    3
    Belém a Ilha do Marajó

    Duas a três horas de barco pelo estuário do Amazonas, atravessando a Baía de Marajó até Soure. À chegada, a Vila do Pesqueiro e a Praia do Céu — uma pequena comunidade pesqueira onde o almoço acontece à beira d'água. À tarde, uma queijaria marajoara revela um segredo pouco divulgado: aqui não se faz mozarela de búfala, e sim o tradicional queijo do Marajó, com leite de búfala e processo quase artesanal. A visita inclui passeio a cavalo, contato com os búfalos e uma degustação de queijos, doces e ervas da fazenda.

  • Dia
    4
    Cerâmica, Carimbó e o Furo Miguelão

    O dia é dedicado à memória viva de Marajó. No ateliê do artesão Carlos Amaral, peças reproduzem a cultura Aruã, última etnia indígena a habitar a ilha; no ateliê de Ronaldo Guedes, a cerâmica dialoga com madeira recolhida em praias e manguezais. Na Vila de Pescadores da Praia do Pesqueiro, o cotidiano segue no seu próprio ritmo. Com a maré alta, um barco regional segue pelo Furo Miguelão — canal aberto à força humana na primeira metade do século 20 para encurtar a navegação entre fazendas — entre floresta de mangue e igapó, com parada para um banho de rio. Quando os ensaios estiverem disponíveis, é possível assistir ao carimbó, dança de raiz indígena com influências negras e portuguesas que atravessa gerações na cultura marajoara.

  • Dia
    5
    Vila de Joanes

    Do outro lado do rio Paracauary, a vila de Joanes guarda o início da colonização portuguesa na região, no século 17. As ruínas da igreja jesuítica e o mirante natural sobre a falésia oferecem uma vista panorâmica da Baía de Marajó — um convite a uma caminhada curta, de pouco mais de 600 metros, antes do retorno a Belém.

  • Dia
    6
    De Belém a Alter do Chão

    Uma mudança de paisagem e de ritmo: de Santarém até a Vila de Alter do Chão, onde o Rio Tapajós desenha praias de areia branca e água transparente. O restante do dia é livre — tempo para simplesmente chegar.

  • Dia
    7
    Lago Verde e Ponta do Jari

    Duas horas de travessia pelo Rio Tapajós e Canal do Jari, observando preguiças, macacos e botos ao longo do caminho. Na Ponta de Pedras, um banho de rio antes do almoço; à tarde, as águas cristalinas do Lago Preto convidam a outro mergulho. O dia termina em Cururu, com o pôr do sol como ponto final.

  • Dia
    8
    Comunidade Jamaraquá

    Dentro da Floresta Nacional do Tapajós, a comunidade Jamaraquá vive da produção sustentável de farinha de mandioca e couro ecológico. O acesso — de carro, van ou barco, conforme o nível do rio, seguido de uma caminhada — leva às praias de Pindobal ou Aramanaí. Conhecer o processo da farinha é entender uma economia que se sustenta há gerações sem esgotar a floresta ao redor.

  • Dia
    9
    Alter do Chão, dia livre

    Um dia para curtir o Tapajós: as águas transparentes da Praia de Alter do Chão, do Cajueiro ou da Ponta do Cururu; uma caminhada até o topo da Serra da Piroca, com vista panorâmica sobre a vila e o rio; uma canoagem ou stand-up paddle em águas paradas; ou uma passagem pelo Centro Cultural de Alter do Chão, dedicado à cultura ribeirinha e à flora e fauna amazônicas. À noite, um jantar com peixe fresco e açaí em algum dos restaurantes da vila fecha o ciclo da viagem.

  • Dia
    10
    Retorno

    A despedida do Tapajós, com o embarque de volta à cidade de origem.

Belém
belem-marajo-e-alter-do-chao - Belém

Quando ir

Confira abaixo quais os melhores meses para você embarcar nessa viagem

O que ouvir A trilha sonora do Pará nasce em Belém: o carimbó, ritmo indígena com influências negras e portuguesas, tem em Dona Onete sua grande dama contemporânea, seguindo os passos do mestre Verequete, o "Rei do Carimbó". Do mesmo bairro do Jurunas surgiu o tecnobrega, gênero eletrônico que mistura guitarradas com batidas digitais — Gaby Amarantos é sua voz mais conhecida. Para completar, Lucas Estrela carrega adiante a guitarrada, fusão de bolero, iê-iê-iê e choro nascida no Pará, e Fafá de Belém consagrou o carimbó para o Brasil.

Entre no Clima

Prepare-se para embarcar na atmosfera única do Egito com nossa playlist exclusiva. Sons inspirados nas paisagens, histórias e cultura desse destino fascinante, que vão transportar você para a Terra dos Faraós antes mesmo de arrumar as malas. Aperte o play e viva essa experiência!

Por que Belém, Marajó e Alter do Chão by Terramundi?

Desenhamos este roteiro considerando o ciclo do rio, o momento certo para cada comunidade e experiência, e uma rede de parceiros locais que conhece o território de perto — dos artesãos de cerâmica marajoara às comunidades ribeirinhas do Tapajós. É esse olhar de campo que transforma uma viagem à Amazônia em uma experiência sob medida.

  • 01

    Uma viagem com o seu ritmo

    Equilibramos cidade, rio e floresta conforme seus interesses — mais tempo em Marajó, mais dias de praia em Alter do Chão, ou os dois em doses iguais.

  • 02

    O Pará além dos cartões-postais

    Levamos você a queijarias, ateliês de cerâmica e comunidades ribeirinhas que raramente aparecem nos roteiros convencionais da Amazônia.

  • 03

    Como são escolhidos os parceiros locais?

    Nossa rede de parceiros é construída com muito critério ao longo de 20 anos. Escolhemos quem tem cuidado com cada detalhe, responsabilidade socioambiental e profundo conhecimento do território para revelar o que há de mais autêntico em cada lugar.

  • 04

    Tudo flui naturalmente

    Dos trechos de barco entre Belém e Marajó aos voos internos até Santarém, coordenamos cada deslocamento para que você aproveite a jornada sem se preocupar com a logística.

Mais do que conhecer um lugar no mundo, viagens de descoberta e autodescoberta. As sensações da paisagem, o calor das pessoas, a vitalidade das culturas e o sentido que tudo isso faz para você.<br><br>Permita-se sentir o mundo.
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