Chapada Diamantina Especial

É uma jornada que combina natureza em escala monumental e pequenas delicadezas do cotidiano sertanejo.

  • Entre Lençóis, Igatu e Mucugê, o ritmo é generoso: caminhadas que convidam à presença, paradas para banhos revigorantes, encontros com a história do garimpo e uma cozinha que nasce do território.
    10 dias / 9 noites - Entre Lençóis, Igatu e Mucugê, o ritmo é generoso: caminhadas que convidam à presença, paradas para banhos revigorantes, encontros com a história do garimpo e uma cozinha que nasce do território.

    10 dias / 9 noites

    Chapada Diamantina Especial

    Entre Lençóis, Igatu e Mucugê, o ritmo é generoso: caminhadas que convidam à presença, paradas para banhos revigorantes, encontros com a história do garimpo e uma cozinha que nasce do território.

Principais Atrações

  • CACHOEIRA DA FUMAÇA
  • CACHOEIRA DO BURACÃO
  • GRUTA DA LAPA DOCE
  • POÇO AZUL
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Roteiro - chapada-diamantina-especial

Roteiro

Em um ritmo que equilibra deslocamentos, caminhadas de diferentes níveis e pausas para contemplação, essa viagem se divide em dois tempos: início em Lençóis, com trilhas curtas, grutas e poços; depois, imersão em Mucugê, com cânions e cachoeiras mais intensas. O retorno a Lençóis inclui Marimbus e a trilha da Fumaça.

  • Dia
    1
    Parque da Muritiba e arredores de Lençóis

    Chegada a Lençóis e primeiro contato com a Chapada. No Parque da Muritiba, os caldeirões do Serrano, o Salão de Areias Coloridas e as quedas da Primavera e da Cachoeirinha apresentam uma síntese do território. À tarde, tempo livre para ateliês e cafés, ou para estender a caminhada até o Ribeirão do Meio, com seu poço amplo e o tobogã natural.

  • Dia
    2
    Grutas Azul, Pratinha, Lapa Doce e Poço do Diabo

    Rumo à Fazenda Pratinha, onde o azul das águas e a transparência convidam à flutuação. Na Lapa Doce, o subterrâneo revela salões e formas surpreendentes em percurso leve. O retorno por Mucugezinho termina no Poço do Diabo, queda com trilha acessível e banho reparador — um dia dedicado à luz, à rocha e à água.

  • Dia
    3
    Mirante do Camelo e Cachoeira do Pai Inácio (Lila)

    No Vale do Cercado, o mirante descortina a imponência das serras. A trilha curta leva à Cachoeira do Pai Inácio, de poço generoso para mergulho. O almoço no Lila Orquidário encerra a manhã com cozinha intuitiva e vista de pedra e verde. Retorno a Lençóis para descanso.

  • Dia
    4
    Cachoeira do Mosquito e Poço Azul; transição a Mucugê

    A queda do Mosquito surge após trilha com trechos de aclive e declive — volume, som e pulverização de água em ambiente cênico. À tarde, a experiência imersiva do Poço Azul acontece dentro da caverna, com tempo para flutuar sob a luz que atravessa o espaço. Ao fim do dia, deslocamento a Mucugê para nova base.

  • Dia
    5
    Igatu histórico e Vinícola UVVA

    Em Igatu, ruas de pedra e ruínas contam a história do garimpo, com passagem pela galeria a céu aberto Arte Memória, pela Gruta do Brejo e pelos endereços afetivos da vila. Na sequência, enoturismo na UVVA, entre vinhedos e paisagem serrana — um contraponto saboroso entre passado e presente.

  • Dia
    6
    A experiência do Buracão

    Um dos momentos mais marcantes da viagem: trilha moderada, travessia de cânion e o encontro com a queda circular de 100 metros. Vista por cima e por baixo, a cachoeira muda de escala e revela seu desenho sinuoso. Retorno a Mucugê com a memória impregnada de água e rocha.

  • Dia
    7
    Cachoeira Herculano

    Caminho que combina terreno ondulado e trecho pelo leito do rio até uma das maiores quedas da região, com 135 metros. Esforço moderado recompensado por cenário vertical e atmosfera selvagem, mantendo o espírito explorador do roteiro.

  • Dia
    8
    Marimbus, Rio Roncador e retorno a Lençóis

    Navegação serena de canoa por Marimbus, o “mini pantanal” da Chapada, seguido das piscinas naturais do Rio Roncador, pedras rosadas e águas claras. Almoço caseiro preparado por anfitriões locais e retorno a Lençóis, com a sensação de tempo alargado.

  • Dia
    9
    Cachoeira da Fumaça e Riachinho

    A trilha clássica do Vale do Capão leva ao alto da Fumaça: vento, abismo e a cortina de gotas que justifica o nome. Na volta, o Riachinho oferece poços e quedas menores para relaxar antes do encerramento da jornada.

  • Dia
    10
    Lençóis

    Manhã de saída e despedida da Chapada. Ficam as marcas na pele depois de tantos banhos, e no olhar, depois de tantos horizontes.

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Quando ir

Confira abaixo quais os melhores meses para você embarcar nessa viagem

Por que Chapada Diamantina by Terramundi?

Nosso olhar apurado e atualizado nos permite ir além do óbvio e conectar você à vida real de cada lugar. Mas, o que faz a diferença, para além do serviço, é o bem-estar que o nosso cuidado proporciona.

  • 01

    Ritmo e nível das trilhas

    O roteiro combina percursos leves a moderados, com caminhadas curtas nos primeiros dias (Parque da Muritiba, Lapa Doce, Poço do Diabo) e jornadas mais exigentes em momentos-chave, como Buracão (travessia de cânion e 6 km totais) e Fumaça (subida inicial e trecho plano até o mirante). A proposta respeita pausas para banho e contemplação, mantendo o corpo em movimento sem exaurir.

  • 02

    Melhor época para ir

    A Chapada é um destino de ano todo, com nuances bonitas em cada estação. Para este roteiro, os meses de alta temporada costumam concentrar mais estabilidade de clima e dias luminosos, enquanto a média temporada oferece paisagens igualmente cênicas com fluxos mais suaves de visitantes. A curadoria ajusta a ordem dos passeios conforme luz, ventos e volume de água.

  • 03

    Bases e deslocamentos

    A viagem se ancora em Lençóis e Mucugê, o que reduz trocas constantes e permite escolher janela de luz e condição de trilha ideais para cada dia. Os deslocamentos mesclam asfalto e trechos de terra — parte da experiência de atravessar a Chapada — e são bem dosados para preservar energia nos dias de cachoeiras intensas.

  • 04

    O que levar (essenciais)

    Priorize calçado de trilha com boa aderência, roupas leves que sequem rápido, capa corta-vento, chapéu, óculos escuros e protetor solar. Repelente é importante, especialmente para Marimbus. Para poços e grutas, leve roupa de banho e toalha compacta; uma pequena mochila para água e lanches mantém o ritmo confortável durante as caminhadas.

Mais do que conhecer um lugar no mundo, viagens de descoberta e autodescoberta. As sensações da paisagem, o calor das pessoas, a vitalidade das culturas e o sentido que tudo isso faz para você.<br><br>Permita-se sentir o mundo.
Além do destino - Mais do que conhecer um lugar no mundo, viagens de descoberta e autodescoberta. As sensações da paisagem, o calor das pessoas, a vitalidade das culturas e o sentido que tudo isso faz para você.

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