Amazônia
Das vivas florestas de Alta Floresta às praias de água doce de Alter do Chão, das águas de Anavilhanas às tradições da Ilha do Marajó, o norte do Brasil, entre Manaus e Belém, ressignifica a arte de apreciar o que está ao redor.
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Alter do Chão - Chamada de Caribe Amazônico, Alter do Chão guarda o que nenhum litoral oferece: areias brancas e água doce, morna e cristalina. A cada estação, a paisagem muda — e com ela, a experiência. Não existe uma versão fixa desse lugar, e talvez seja exatamente isso que o torna inesquecível. Alter do Chão
Chamada de Caribe Amazônico, Alter do Chão guarda o que nenhum litoral oferece: areias brancas e água doce, morna e cristalina. A cada estação, a paisagem muda — e com ela, a experiência. Não existe uma versão fixa desse lugar, e talvez seja exatamente isso que o torna inesquecível.
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Alta Floresta
Com quase 600 espécies de aves, fica no centro da Amazônia mato-grossense, às margens do Rio Cristalino. Para quem busca ouvir o silêncio da floresta e entender que ela diz, este é o lugar.
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Alta Floresta - Com quase 600 espécies de aves, fica no centro da Amazônia mato-grossense, às margens do Rio Cristalino. Para quem busca ouvir o silêncio da floresta e entender que ela diz, este é o lugar. -
Ilha do Marajó - Considerada a maior ilha fluviomarítima do planeta, o Marajó revela um mosaico único de tradições: búfalos nas ruas, cerâmica milenar moldada à mão e queijos artesanais feitos com saberes passados de geração em geração. Ilha do Marajó
Considerada a maior ilha fluviomarítima do planeta, o Marajó revela um mosaico único de tradições: búfalos nas ruas, cerâmica milenar moldada à mão e queijos artesanais feitos com saberes passados de geração em geração.
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Expedições fluviais
Navegar pela Amazônia é um rito. O rio dita o ritmo, revela o invisível e exige presença. Comunidades ribeirinhas, botos cor-de-rosa, igapós alagados, céus que ninguém fotografou ainda. Cada expedição é uma história que só acontece uma vez.
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Expedições fluviais - Navegar pela Amazônia é um rito. O rio dita o ritmo, revela o invisível e exige presença. Comunidades ribeirinhas, botos cor-de-rosa, igapós alagados, céus que ninguém fotografou ainda. Cada expedição é uma história que só acontece uma vez. -
Novo Airão - Pequena no mapa, enorme na experiência. Novo Airão é a porta de entrada para Anavilhanas, o segundo maior arquipélago fluvial do mundo, com cerca de 400 ilhas e 60 lagos, reconhecido pela Unesco como Patrimônio Natural da Humanidade. Novo Airão
Pequena no mapa, enorme na experiência. Novo Airão é a porta de entrada para Anavilhanas, o segundo maior arquipélago fluvial do mundo, com cerca de 400 ilhas e 60 lagos, reconhecido pela Unesco como Patrimônio Natural da Humanidade.
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Parque Nacional de Anavilhanas
Um labirinto de ilhas e águas negras espelhadas que se transforma com a variação do nível do rio, um convite a desafiar nossos limites e ampliar nossa visão de mundo.
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Parque Nacional de Anavilhanas - Um labirinto de ilhas e águas negras espelhadas que se transforma com a variação do nível do rio, um convite a desafiar nossos limites e ampliar nossa visão de mundo. -
Manaus - Aqui dois rios se encontram e recusam se misturar e isso diz tudo sobre a Amazônia.Manaus é onde a floresta e a civilização negociam, todo dia, o que significa coexistir. Manaus
Aqui dois rios se encontram e recusam se misturar e isso diz tudo sobre a Amazônia.Manaus é onde a floresta e a civilização negociam, todo dia, o que significa coexistir.
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Belém
Uma imersão sensorial completa nos cheiros das ervas medicinais, nas cores de frutas regionais exóticas e no sabor do verdadeiro açaí. Uma cidade que pulsa como floresta e cheira como mercado. Porta da Amazônia, alma do Pará.
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Belém - Uma imersão sensorial completa nos cheiros das ervas medicinais, nas cores de frutas regionais exóticas e no sabor do verdadeiro açaí. Uma cidade que pulsa como floresta e cheira como mercado. Porta da Amazônia, alma do Pará.