Uma combinação de trilhas de fazenda, flutuações em rios de nascente e cavernas. A ordem privilegia experiências complementares: primeiro a leitura geológica nas grutas, depois cachoeiras e, por fim, flutuações extensas.
-
Dia
1
Bonito
Chegada a Bonito, check‑in e tempo para ajustar o ritmo. Fim de tarde livre para sentir o ar do Cerrado e preparar o corpo para os dias de água.
-
Dia
2
Gruta do Lago Azul, Grutas de São Miguel e Estância Mimosa
Manhã dedicada à monumentalidade subterrânea: a descida à Gruta do Lago Azul apresenta a escala e a cor que fizeram de Bonito um ícone. Em seguida, a Gruta de São Miguel mostra a arquitetura seca do calcário, com seus espeleotemas iluminando o caminho. À tarde, trilhas e poços da Estância Mimosa convidam a banhos sucessivos, com pausa para almoço regional na sede da fazenda.
-
Dia
3
Boca da Onça e Gruta do Mimoso (flutuação)
A Boca da Onça revela a potência vertical da Serra da Bodoquena: trilha interpretativa entre cachoeiras, mirantes e a escadaria que expõe o cânion do Salobra. À tarde, a Gruta do Mimoso traz a experiência oposta — silêncio aquático e flutuação assistida em caverna parcialmente submersa, sob formação calcária que parece suspender o tempo.
-
Dia
4
Rio da Prata (flutuação e trilha)
Trilha leve entre mata ciliar até o deque de treino. A flutuação pelo Olho d’Água e Rio da Prata revela ressurgências, cardumes e vegetação submersa em clareza quase onírica. É o desfecho que sintetiza o destino: água como caminho, água como memória.
-
Dia
5
Bonito
Manhã livre para um último banho breve ou café demorado. Check‑out e retorno.