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Slow travel – o turismo mais profundo, autêntico e envolvente


terramundi - 25 de março de 2020 - 0 comments

Viajar é mesmo uma experiência que te arrebata. São tantas informações novas, sensações recém-descobertas e belezas surpreendentes que ficamos dias, semanas e até meses absorvendo tudo que descobrimos do mundo. É esse o encanto. E é isso que hoje propõe o conceito de slow travel: uma viagem ao seu ritmo, por seus interesses e que visa absorver a essência de um lugar verdadeiramente.

Em alguma viagem você já se sentiu apressado? Já parou para comer algo rapidamente e seguir para a próxima parada obrigatória? Chegou ao final do dia exausto? De fato, às vezes parece que estamos tão distraídos com tudo o que devemos visitar que muitas vezes acabamos perdendo a melhor coisa sobre viagens: conhecer um lugar.

O turismo de massa é um fenômeno que move multidões todos os dias para algumas cidades em destaque e, dentro delas, para algumas das atrações mais carimbadas. Esse forma de viajar incomoda os anfitriões, degrada aos poucos o destino e nos proporciona experiências mais rasas do que poderíamos ter.

Em contrapartida a essas multidões, o conceito de slow travel sugere um modo de viajar mais profundo, autêntico e envolvente – o que beneficia você e o lugar que está conhecendo. A ideia principal é questionar o ‘porquê‘ e o ‘como‘ de cada atividade programada.

Slow travel

Slow travel – não é preciso apertar o passo

Para um slow traveler, não há pressa – melhor é fazer uma coisa de cada vez. Também não é preciso visitar todos os cartões postais, mas sim lugares que permitem viver a rotina dos moradores. A beleza na espontaneidade e na verdadeira conexão com o local.

Planejar uma, talvez duas atividades para fazer em um dia, e depois permitir se perder um pouco pela cidade. Fazer uma refeição em um restaurante de bairro, não apenas no que possui estrelas Michelin ou avaliações no TripAdvisor. Comprar artesanatos locais, ao invés de encher a mochila de souvenirs que, na verdade, foram fabricados na China.

É simples – tudo o que está dentro do circuito batido é, sim, especial, mas o que está fora, a ser descoberto, ainda guarda ares de autenticidade.  Além de ser uma estratégia para fugir da muvuca, você garante viagens mais relaxadas e tranquilas, que evidenciam os pequenos prazeres locais . Talvez você conheça menos lugares, mas fará tudo completamente consciente – e com certeza, com mais qualidade. 

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