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Caça à Aurora na Islândia

Caça à Aurora na Islândia

O desfile das luzes no céu

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Quanto tempo ficar

5 dias



Vale a pena conhecer

Reykjavik, Círculo Dourado e Blue Lagoon



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Uma semana é o ideal para a viagem. Nossa sugestão é passar de 4 a 5 noites em Reykjavík e fazer da cidade sua base para passeios durante o dia, como visitar a famosa região do Círculo Dourado e relaxar nas águas quentes da Blue Lagoon. Dedique pelo menos 2 noites para ir à caça da aurora com um guia especialista, que o levará para lugares mais afastados da cidade, sem grande interferência de luz, onde a visualização das luzes é mais fácil. 


MOTIVOS PARA VIAJAR: A realização do sonho de presenciar uma aurora boreal. A experiência de estar em um ponto quase polar do planeta, com noites muito mais longas que as horas de sol. A proposta da viagem é ir à caça das Luzes do Norte, que fazem seu espetáculo em noites claras de novembro a março no céu da Islândia.


PAISAGEM DA JANELA: A neve cobre vulcões, campos de lava e as areias pretas vulcânicas das praias. O gelo petrifica os lagos, as cachoeiras, as cavernas dos glaciares. Nas cidades, as luzes de Natal já chegam em outubro para clarear os telhados coloridos. E sobre isso tudo, a lua, as estrelas e as auroras boreais.


POR QUE IR AGORA: A Islândia é um dos poucos lugares do mundo onde o viajante pode ver auroras boreais (entre setembro e abril) e vulcões em erupção. Há mais de 20 ativos. O Eyjafjallajökull deu fama ao país desde que parou o tráfego aéreo em 2010 – hoje, tornou-se atrativo para viajantes curiosos. Em setembro de 2014 dava para sobrevoar a lava incandescente de outro vulcão, o Holuhraun. Ou seja: a ilha é um permanente espetáculo da natureza.


NÃO DÁ PRA PERDER: Perto de Reykjavík está o chamado “Círculo Dourado”: as Cataratas de Gullfoss (espécie de Foz do Iguaçu islandesa), que têm a mata do entorno coberta de cristais de gelo durante o inverno; os gêiseres – um deles, de nome Strokkur, jorra jatos de água fervente a quase 30 metros de altura; e o Parque Nacional Thingvellir, único lugar do mundo onde dá para ver duas placas tectônicas lado a lado, a norte-americana e a euro-asiática.


OLHAR TERRAMUNDI: Neste roteiro, o guia sai com os viajantes em algumas noites apenas para caçar as auroras – embora a observação dependa bastante das condições climáticas. Peça a ele que compartilhe os sites e aplicativos usados pelos islandeses para que você também possa acompanhar as noites mais propícias. E, ao voltar para o quarto do hotel, avise o funcionário da recepção para que o acorde caso as auroras surjam na madrugada. Vai até parecer um sonho.


EXPERIÊNCIAS ÚNICAS: A emoção de olhar para o céu e avistar manchas de formas e cores curiosas dançando para lá e para cá é indescritível. As pessoas se abraçam como se fosse réveillon, algumas urram, há até quem chore! As cores azul, roxa, verde, branca e vermelha podem se suceder nesse bailado ao longo de horas sem parar.

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    101 Hotel

    Primeiro hotel-butique de Reykjavík, o 101 é moderno, aconchegante e decorado com obras de arte contemporânea. Extremamente bem localizado, fica perto de bares, restaurantes e lojas, e vários de seus aposentos dão vista para a Harpa, a nova opera house da cidade.

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    Radisson Blu 1919 Hotel

    Uma estadia repleta de luxo e elegância, convenientemente próxima do comércio, de restaurantes e de algumas das atrações culturais da capital. Amplo, o edifício histórico de interior contemporâneo abriga um requintado restaurante especializado em comida da ilha.

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    ION Luxury Adventure Hotel

    Integrante da grife Design Hotels, o ION é moderno, luxuoso e sustentável, e se incorpora harmonicamente à paisagem do “Círculo Dourado”, belo circuito natural localizado a uma hora de Reykjavík. Suas janelas do teto ao chão dão vista para majestosas montanhas vulcânicas.

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    Hotel Skógar

    Depois de passar o dia explorando a natureza extraordinária do sul da Islândia, nada como ser bem recebido em uma pousada pequena e aconchegante, com cachoeiras e geleiras na vizinhança. Durante o inverno, é um excelente ponto para observar a aurora boreal.