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Projeto Ibiti: um novo jeito de viajar pelo Brasil


terramundi - 6 de abril de 2026 - 0 comments

Antes de começar a ler, coloque de lado o que a palavra hospedagem significa para você.

O que existe nas montanhas de Minas Gerais, a poucos quilômetros do Parque Estadual do Ibitipoca, não cabe nessa definição. Não há recepção de hotel, não há lobby com lustres, não há o ar anônimo de quem passa. O que você encontra no Projeto Ibiti é uma vila viva, onde casas de hóspedes se misturam com casas de moradores, a natureza está em plena regeneração e a rotina segue o ritmo da montanha.

É um convite a habitar, não apenas visitar.

Uma história que começa na terra

Há mais de 40 anos, o empresário Renato Machado percebeu que as terras ao redor do Parque Estadual do Ibitipoca estavam sendo usadas para pasto — um uso que empobreceu o solo, afastou a biodiversidade e foi apagando, lentamente, o bioma original. Ele começou a adquirir pequenas áreas com um objetivo simples e ambicioso: preservar.

Na mesma época, a região vivia o êxodo rural. Casas eram deixadas para trás, histórias interrompidas, portas fechadas. Essas casas também foram sendo compradas e, mais do que restauradas, devolvidas à vida.

Hoje, o Projeto Ibiti ocupa mais de 6 mil hectares de Mata Atlântica em regeneração, contornando e protegendo um dos parques mais visitados do Brasil. Não é um hotel. É um ecossistema — social, ambiental e humano.

Viajar aqui é participar de algo maior

No Ibiti, cada experiência carrega propósito. O rewilding reintroduz espécies nativas e restaura o equilíbrio do ecossistema. O Projeto ASAS Aves devolve à liberdade animais resgatados. A Gaia Produtos Ecológicos abastece as mesas com ingredientes cultivados ali mesmo. E a vila do Mogol ganha nova vida, com moradores, visitantes e projetos que constroem juntos um modo de estar mais consciente.

Viajar para o Ibiti é, ao mesmo tempo, viver bem e contribuir para que esse ecossistema continue existindo.

Vivências que fogem do convencional

O cardápio de experiências no Ibiti é intencionalmente diverso e intencionalmente fora do comum:

The Big Family — Após uma caminhada de 4 km, esculturas monumentais da artista Karen Cusolito surgem no meio da natureza. Figuras humanas gigantes, feitas com sucatas de ferro e aço, que criam um contraste inesperado com a paisagem mineira. Obras criadas originalmente para o Festival Burning Man, nos Estados Unidos, que encontraram no Ibiti um novo lar — e uma nova conversa com o entorno.

Ibiti Astros — O céu vira ponto de encontro. Uma experiência ao ar livre guiada por um astrônomo, especialmente rica entre abril e novembro, quando o clima seco abre o céu com mais nitidez.

Visita ao Areião — Um percurso de e-bike ao amanhecer até o alto das montanhas, seguido de almoço mineiro com produtores locais. No caminho: natureza, história e encontros que transformam o trajeto em experiência.

Praia do Mogol — Uma praia de areia branca no interior de Minas. A origem é geológica: o quartzito das rochas da região cria uma areia clara e fina, à beira d’água, que desafia qualquer expectativa de quem imagina que praias existem apenas no litoral.

Ao longo do ano, o Ibiti também sedia eventos especiais — como o Muriqui Weekend, a Celebração da Colheita da Juçara e o Annual Vedanta & Ayurveda Retreat — que aprofundam ainda mais a conexão entre hóspede, comunidade e natureza.

Talvez o que você esteja buscando não seja um destino

O Projeto Ibiti não vende diárias, vende tempo — tempo de qualidade, no ritmo que a natureza dita.

A Terramundi cuida de cada detalhe da sua jornada até lá: das reservas às experiências personalizadas, do traslado ao acompanhamento durante toda a estadia. Converse com um de nossos consultores e descubra como viver o Ibiti do seu jeito.

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